quarta-feira, 5 de junho de 2013

Parabéns para Rick Riordan

Rick Riordan


Richard Russel Rick Riordan Junior

Rick Riordan nasceu em 1964, na data de hoje (05/06), em San Antonio, Texas, Estados Unidos, onde mora com a mulher e dois filhos.
Durante quinze anos ensinou inglês e história em escolas públicas e particulares de São Francisco. 
Além da série Percy Jackson e os Olimpianos, publicou a premiada série de mistério para adultos Tres Navarre.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Minhas resenhas - Incarceron (Catherine Fisher)



Uma prisão diferente, Incarceron


Incarceron é uma prisão criada pelos sapientes para segregar pessoas. A prisão possui olhos e vigia a todos os presos. Além disso, ninguém consegue sair ou entrar dela. Só há uma pessoa que guarda esse segredo e sua “porta”. Seu nome é John Arlexa, Diretor de Incarceron e pai de Claudia.

Claudia Arlexa, uma pessoa curiosa e aluna de Mestre Jared, um sapiente. Criada pelo pai, com um casamento arranjado com o futuro herdeiro do reino, porém após a morte suspeita de Giles, ela é prometida à Caspar, o novo herdeiro.

Claudia e o Mestre começam a investigar sobre a morte de Giles e acabam descobrindo algo sobre a prisão. O que os instiga a buscar cada vez mais informações. Através de uma chave encontrada na sala secreta de seu pai, Claudia consegue fazer contato com Finn, prisioneiro de Incarceron, que também possui a mesma chave dentro da prisão.

Finn não possui passado nem lembranças, apenas algumas recordações aleatórias como se fossem “visões”. Por esse motivo, os demais prisioneiros acreditam que ele pode levá-los ao mundo exterior. Eles começam, então, uma tentativa de fuga da prisão.

Entre as comunicações, Claudia acredita que Finn é o seu noivo Giles. Com casamento marcado com Caspar, Claudia resolve buscar Finn na prisão. Após descobrir várias armações, a trama relata muitas ações e uma busca, tanto de Claudia quanto de Finn, pela verdade.

Uma história muito interessante e que me deixou ansiosa pela continuação “Sapphique”.

E vocês, já leram?

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Minhas resenhas - Legend (Marie Lu)



Distopia ou ficção


Eu estava fazendo uma comprinha básica de livros num site e encontrei “Legend”. A capa me chamou atenção, então decidi compra-lo. Foi um tiro no escuro: autora desconhecida e editora também, pelo menos por mim.

A história se passa em 2130 D.C., na cidade de Los Angeles, onde existem guerras constantes entre República e Colônia. O livro é contato do ponto de vista de duas pessoas distintas, de um lado Day, o “criminoso” mais procurado e, de outro June, a única “prodígio” da República.

Os personagens são extremamente opostos, June, é do sexo feminino e pertence ao lado nobre, a República e Day é um menino e pertence ao lado pobre, a Colônia.

Ao completarem 10 anos de vida, os jovens devem se submeter à uma prova. A nota revela o destino de cada um. June é a única pessoa que conseguiu obter nota máxima na prova e foi encaminhada à Universidade de Drake. Já Day, foi levado para o que chamam de “campos de trabalho” e nunca mais poderia ver sua família. Mas ele conseguiu fugir e vive foragido.

Normalmente, June e Day nunca se encontrariam. Porém, ao entrar em um hospital à procura de medicamentos para a praga que assola sua família, Day é detido pelo Soldado Metias. Na tentativa de fuga, o “criminoso” lança sua faca na direção de Metias e o mesmo cai ao chão. Day consegue fugir, mas Metias é declarado morto.

June então é convidada pela Comandante Jameson, chefe de Metias, a integrar a equipe dela e encontrar o assassino de seu irmão.

A trama possui muita aventura, ação, romance e investigação. Cada capítulo é relatado por um dos personagens, às vezes continuamente, às vezes simultaneamente. Achei o método de relato interessante. Os capítulos não são numerados, são intitulados com o nome do personagem e com descrições curtas. Por serem personagens jovens, a leitura é fácil e rápida.

Outra coisa interessante é a impressão das páginas. Elas tem umas sombras nas bordas que ficaram muito maneiras e as folhas são envelhecidas e em tom bege, não branco como de costume.

Confesso que não esperava muito do livro, mas me surpreendi com a história de muitas reviravoltas e emoção.

O livro deixou um gostinho de “quero mais” e sua continuação “Prodigy” será lançada no Brasil ainda no primeiro semestre desse ano, conforme promessa da Editora Prumo.


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Um pouco de Meg Cabot



A Terra das Sombras

Meu encontro com esse livro se deu por conta de minha mãe. Ela o comprou na promoção Vira-vira da Saraiva. Trata-se do primeiro livro da série “A Mediadora” da autora Meg Cabot.

Suzannah é uma adolescente de 16 anos, porém não é igual a todas as adolescentes que conhecemos. Ela vê gente morta desde os 2 anos de idade!

A história começa assim... Após o casamento de sua mãe, Suzannah teve que se mudar para a Califórnia e conviver com sua mãe, seu novo marido e os três filhos do seu padrasto. Passaria a morar numa casa linda, porém construída a mais de 100 anos atrás.

Ao entrar em seu quarto, Suzannah descobre que há um “morto” nele. Mas, para não assustar ninguém, ela finge não vê-lo. Então, passa a conviver com esse “morto”, chamado Jesse. Mas esse não era seu maior problema...

Além da mudança de cidade, Suzannah muda de escola, é matriculada na escola católica aonde os novos irmãos estudam. Porém, ela tem uma bela surpresa: encontra o Padre Dominic, outro mediador (pessoas que falam com os mortos, isso mesmo, ela conversa com eles e tenta resolver seus problemas enviando o “morto” para o pós vida).

É na escola que ela encontra Heather. Uma adolescente que se suicidou após o término do namoro e que estudava na mesma escola. Padre Dominic tem tentado resolver o problema sem muito sucesso. Suzannah também não consegue convencer Heather de que ela está morta e que deve “partir”. E as tentativas de se livrar da ex-namorada do seu futuro pretendente é o que move a história.

Por se tratar de um livro mais voltado para os jovens, não me atraiu muito. Mas a vida tem dessas coisas, rs. E como não poderia deixar de ser, em breve, resenhas dos outros livros da série no blog.


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Minhas Resenhas - Divergente



Um novo mundo





Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo quer se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.

E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.







Divergente é mais uma saga sobre o gênero distópico/ jovem-adulto. Porém, sempre há comparações com a trilogia Jogos Vorazes de Suzanne Collins.

Veronica Roth nos leva a um mundo onde ficou decidido que os seres humanos deveriam ser separados de acordo com seu instinto, criando cinco facções: Sinceridade; Abnegação; Destemor; Erudição e Amizade.


Algumas traduções chamam a facção Destemor de Audácia. Eu, particularmente, gostei de Destemor, acho que tem mais a ver com o propósito da facção.


Quando os jovens atingem os dezesseis anos, devem escolher a que facção deverão pertencer o resto de suas vidas. Para ajudá-los nessa decisão, eles participam de um teste de aptidão, porém não são obrigados a escolher a facção indicada no teste. Após decidirem, participam da Cerimônia de Escolha para informarem a qual facção decidiram pertencer.

Assim como em Jogos Vorazes, as primeiras páginas da série nos revelam como é o funcionamento desse mundo fictício, desenvolve nosso conhecimento sobre os personagens e suas vidas e familiares. Porém, após a Cerimônia de Escolha, o livro fica mais interessante, pois foca mais na personagem principal, Beatrice Prior, e como se dá sua iniciação na facção escolhida.

O desenvolvimento crescente de Beatrice na história nos envolve, descobrimos como se dá seu aprendizado e como a personagem vai se reconstruindo durante o treinamento em sua facção. Acabamos entrelaçados aos personagens, parece que estamos participando da história, questionando as decisões de Beatrice, agora chamada Tris.

O livro me deixou com um gostinho de quero mais. Preciso ler logo o próximo, “Insurgente”, para saber o que vai acontecer. A previsão de lançamento pela editora é ainda no primeiro semestre de 2013.

Sobre as facções:

  • Sinceridade valoriza a honestidade; ocupam os cargos de dirigentes da lei
  • Abnegação valoriza o altruísmo, a pessoa esconde sua beleza, usa roupas cinza, comportamento ocioso e supressão das preferências individuais; líderes altruístas
  • Destemor valoriza a coragem como virtude, usam piercings, tatuagens e roupas escuras; protegem a grade que circunda a cidade; proteção contra ameaças internas e externas
  • Erudição busca o conhecimento; ocupam os cargos de professores e investigadores; são inteligentes
  • Amizade formam os conselheiros e zeladores em entendimento